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NOTE: this post was intentionally reported in Portuguese to enhance local cultures by sharing with the people at Maçal do Chão, where this event took place. For the automatic translation – with all the virtues & limitations we know –, click here and have some extra fun ;)»

Manhã do primeiro dia do Sprint: altura ideal para reunir a equipa e planear os próximos passos.

A primeira questão a resolver era como detectar o abraço à arvore usando o material disponível e sem tornar o sensor demasiado visivel ou intrusivo para os participantes na instalação.

Antes do trabalho começar, já várias alternativas tinham sido pesquisadas para o sensor de abraços. Depois de alguma discussão, optámos por decidir testar rapidamente a hipótese de usar um sensor capacitivo constituído por vários fios metálicos colocados verticalmente sobre o tronco da árvore.

Para obter os fios metálicos, o João e o Pedro descarnaram  um cabo RJ-45 que havia à mão para usar como fonte de fio unifilar. Eu e o Ricardo excluímo-nos dessa tarefa, tinhamos muitos registos a fazer e documentação a processar – uff!

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Os primeiros testes foram animadores, conseguindo facilmente detectar através do arduino o toque sobre qualquer parte do fio metálico. Mas para poder detectar um abraço com fiabilidade ainda tinhamos que detectar a proximidade do fio ou o toque através da roupa. Para obter a sensibilidade desejada era necessário aumentar a resistência do sensor, mas infelizmente só tínhamos duas resistências de 1Mohm. Colocando as resistências em série conseguimos resultados algo interessantes, mas ainda assim insuficientes para os nossos propósitos. Precisávamos de mais resistências da mesma ordem de grandeza.

As buscas nas nossas caixas de materiais revelaram-se infrutíferas e uma ida à Guarda, a cidade mais próxima, para procurar uma loja de electrónica aberta ao sábado de manhã estava fora de questão. Era então tempo de recorrer à especialidade dos membros dos labs, a reciclagem de componentes :)

As diligências resultaram em duas prováveis fontes de componentes, um velho radiogravador dos anos 80 e um ferro de engomar “que já não aquecia muito”.

O João lançou-se com afinco ao radiogravador e depois de algumas voltas lá conseguiu recuperar uma resistência de 1 Mohm; o Pedro ainda verificou o ferro semiavariado, mas nada de resistências…

HugATree_sprintAZ-11HugATree_sprintAZ-12“Next I’ll destroy it”                                                 “… humm” Nem mais!

Entretanto, o Ricardo andava ocupado a registar o arranque do sprint e fomos dar com ele a improvisar um suporte para a câmara de filmar usando uma base para transporte que encontrou na nossa garagem/laboratório improvisado, uma verdadeira traquitana para travellings!

Por essa altura, alguns estômagos já estava a dar horas e fomos chamados para a mesa onde fomos presenteados com um delicioso guisado de javali, que prometia arruinar completamente a nossa produtividade para a tarde.

Logo a seguir chegou o André, um dos nossos colaboradores locais, que nos falou da sua experiência recente como operador de comunicações do nº 117 do projecto de prevenção da Afocelca (grupo Portucel, Soporcel, Caima e Celby).

Já com o sensor capacitivo a dar resultados interessantes com três resistências de 1Mohm em série, avançámos para as árvores antes que se tornasse tarde demais. Para esse efeito, escolhemos a árvore menos larga do Largo do Maçal, mesmo em frente à nossa garagem-oficina, a estrear as experiências.

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A primeira questão a resolver era a fixação do sensor à árvore. Para isso inventámos uma cinta presa por agrafos – não prejudiciais para a superfície da árvore, segundo confirmou o nosso especialista ambiental, o correspondente local André ;)

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HugATree_sprintAZ-25HugATree_sprintAZ-26“Humm… que é isto?”HugATree_sprintAZ-23

Finalmente tinahmos o nosso sensor de abraços, um protótipo simples que identificava um input do sensor e imprimia o seu valor no ecrã. Aqui podemos vê-lo em pleno funcionamento, revelando algumas particularidades das preferências da árvore em questões de abraços & género – watch the trailer »

Entretanto, o Pedro começou a esboçar a arquitectura de software para a instalação. Mais uma vez o OpenFrameworks foi a ferramenta de eleição e, embora ainda com bastantes arestas por limar, ao final do dia já havia um protótipo do código também :)

HugATree_sprintAZ-15HugATree_sprintAZ-13

É nesta altura que o Ricardo avança com a 1º regra fundamental dos Sprints AZ: “Optimizações nunca são importantes num sprint”!

Amanhã há mais…

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3 thoughts on “Abraçaum@rvore » Sprint AZ [Dia 1]

  1. Pingback: Sprint Project: Hug@ree » Laboratório de Criação Digital -

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  3. Pingback: Sprint Project: Hug@ree « xDA

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